quarta-feira, dezembro 14, 2005

O Saddam é que era o mau da fita
e este não é

Conforme relatório das Igrejas
católica e luterana, a Alemanha
está entre os maiores
comerciantes
de armamentos
do mundo,
alimentando as
regiões de conflito.




A indústria bélica alemã é a quarta maior exportadora de
equipamentos do mundo. Esta informação consta do relatório
da Conferência Unificada Igreja e Desenvolvimento (GKKE),
que reúne representantes católicos e luteranos, além de
especialistas de organizações científicas e ONGs.

De acordo com os dados recolhidos, somente a Rússia, os
Estados Unidos e a França teriam exportado mais
armamentos que a Alemanha. O balanço da política
armamentista do ex-governo da coligação social-democrata
e verde foi considerado pelo estudo "decepcionante e fraco".


O presidente do GKKE, Karl
Jüsten, critica ainda o novo
governo federal por evitar se
comprometer com uma política
restritiva de exportação de
armamentos.

Mercado de armas alimenta regiões de conflito em todo o
mundo o documento lança sobretudo a pergunta de como a
exportação de armas pode ser compatível com metas de
ajuda ao desenvolvimento. Um terço das vendas iria para
nações que, por outro lado, estão recebendo assistência.

"A venda de armas coloca em risco as chances de uma ajuda
efectiva e contrasta com as declarações do governo alemão
sobre as políticas de desenvolvimento", ressalta Jüsten.

O relatório conjunto das Igrejas católica e luterana
destaca que o interesse de alguns destes países em
tecnologia, software e produção de armamentos é
interpretado, em conseqüência disso, como um fomento
para a criação de novas indústrias bélicas locais.

Além disso, os armamentos
são também fornecidos para
regiões de conflito, por exemplo,
no Oriente Médio e na Ásia, o
que beneficiaria a corrida
armamentista regional. "


A presente crise no Iraque mostra que as atuais
transferências de armas são indicadores para conflitos
futuros", explica Bernhard Moltmann, do Instituto de
Pesquisa pela Paz de Frankfurt.

Relatório critica política do governo Schröder As
licenças de exportação podem ter caído de 4,8 bilhões
de euros para 3,8 bilhões entre 2003 e 2004, mas mesmo
assim o volume negociado excede em muito o da última
década, quando a Alemanha era governada pelo chanceler
Helmut Kohl.

Também problemática é a disseminação do comércio de
pequenas armas, que, segundo a Conferência Unificada
Igreja e Desenvolvimento, é "um produto da ilegalidade".
Estas armas seriam responsáveis por numerosas vílimas
em todo o mundo.

Parece que pouco ser alterará com o governo de Angela
Merkel. O representante da Igreja luterana, Stephan
Reimers, lembrou "com consternação, que as negociações
da recente coligação deixaram de lado a questão da
exportação de armas". Até o momento, o novo governo se
reservou de concordar com qualquer política restritiva.

Em 1988, os ministros das Relações Exteriores dos 15
integrantes da União Européia adotaram um código de
conduta, visando estabelecer padrões para o gerenciar e
refrear as exportações de armamentos a partir da Europa.

"Em nível europeu, atingimos uma transparência satisfatória,
o que está longe de se aplicar à Alemanha", admite Bernhard
Moltmann. " As decisões relacionadas à exportação de armas
são tomadas pelo conselho de segurança alemão, a portas
fechadas", critica. Para Moltmann, o Parlamento pecisa ter
papel mais ativo no tocantes às licenças para exportação.

Notícia da Deutsche Welle

O senhor Schröder pelos vistos não seria muito convicto na
contestação do procedimento americano quando sua politica
de proliferação de conflitos em várias zonas porque tinha
conveniência em escoar o armamento produzido no seu País.

terça-feira, dezembro 13, 2005

Abortos voluntários podem resultar em traumas psicológicos
que levam pelo menos cinco anos para serem superados,
afirma um novo estudo de pesquisadores da Universidade
de Oslo.


A equipe de cientistas comparou 40 mulheres que tiveram
abortos espontâneos com outras 80 que escolheram
interromper a gravidez. O resultado do estudo foi
publicado nesta segunda-feira na revista acadêmica
online BMC Medicine.

Aquelas que perderam os bebês em razão de problemas no
parto sofreram estresse mental nos seis meses subsequentes.
Já as mulheres que praticaram abortos de vontade própria
enfrentaram efeitos negativos de duração maior.

Ativistas que militam pelo direito ao aborto dizem não
haver provas ligando diretamente aborto a trauma psicológico.

Os pesquisadores noruegueses disseram que os resultados
reforçam a importância de se oferecer às mulheres
informações sobre os efeitos psicológicos da perda de
um filho, seja naturalmente, seja por aborto premeditado.

5 anos depois

A equipe da Universidade de Oslo afirmou que, dez dias
após o aborto, 47,5% das mulheres que tiveram aborto
espontâneo apresentaram sinais de algum tipo de sofrimento
mental, contra 30% das que se submeteram a abortos.

O total de mulheres psicologicamente abaladas pelo aborto
espontâneo caiu com o passar do tempo – 22,5% delas após
seis meses e apenas 2,6% passados dois anos e cinco anos.

Já no grupo das mulheres que abortaram por escolha própria,
25,7% ainda sofriam sequelas psicológicas depois de seis
meses, e 20% delas continuavam com problemas mentais
relacionados ao aborto cinco anos mais tarde.

"Sempre considerou-se isso, e este estudo também mostra,
que a decisão de interromper uma gravidez pode trazer
sentimentos de ansiedade e culpa por longa data", disse
Richard Warren, do Royal College of Obstetricians, da
Grã-Bretanha.

"Embora a maioria das mulheres sejam capazes de lidar com
esses sentimentos, a necessidade de apoio e aconselhamento
deve ser reconhecida e a ajuda apropriada deve ser oferecida."

Notícia da BBC Brasil

Mas que brilhante conclusão esta.

segunda-feira, dezembro 12, 2005






Premiê libanês
pedirá à ONU que
investigue
assassinatos









O ataque desta segunda-feira ocorreu poucas horas antes
de um relatório de uma equipe da Organização das Nações
Unidas (ONU) sobre a morte de Hariri ser apresentado ao
Conselho de Segurança.

Notícia da BBC Brasil

domingo, dezembro 11, 2005

Para ver e ouvir

ligar o som



Dormir com chupeta reduziria risco
de morte no berço
da BBC Brasil

Bebês colocados no berço para dormir com uma chupeta têm
um risco 90% menor da chamada "morte no berço"
ou cot death), de acordo com estudo americano divulgado
nesta sexta-feira.

Para chegar à conclusão, cientistas compararam 185 casos
desta síndrome da morte súbita na infância com 312 bebês
saudáveis.

O estudo, publicado no "British Medical Journal", constatou
que o benefício é maior para crianças que dormem em um
ambiente "inapropriado", como os que dormem de barriga
para baixo ou as mães que fumam ou colocam a criança para
dormir em sua cama.

Os pesquisadores afirmam que a chupeta pode ajudar os
bebês a fecharem as vias respiratórias. Especialistas britânicos
receberam bem a pesquisa, mas destacaram que se trata
apenas de um pequeno estudo.

Incidência

A incidência de "mortes no berço" vem diminuindo, mas ainda
tira a vida de 300 crianças com menos de um ano no Reino
Unido todos os anos.

Na Califórnia, segundo a pesquisa americana realizada pela
organização de prestação de serviços de saúde Kaiser
Permanente, um em cada 2.000 bebês é vítima de "morte no
berço".

Mas se todos os bebês usassem chupeta, eles calculam que o
risco desse tipo de ocorrência cairia para um em cada 20 mil.

Os pesquisadores dizem que a chave para se entender o
processo pode estar no fato de que as chupetas costumam ter
uma alça externa grande, o que ajudaria o bebê a não vedar
sua fonte de captação de ar ao afundar o rosto na roupa de
cama.

No artigo no "British Medical Journal", os pesquisadores
afirmam ainda que usar a chupeta ajuda no desenvolvimento
da parte do cérebro que controla como o sistema das vias
respiratórias superiores funcionam.

Pesquisas anteriores também sugerem que o uso de chupetas
poderia reduzir o risco de "morte no berço", mas não de
maneira tão acentuada.

A Fundação para o Estudo de Mortes na Infância recomenda
que um bebê que utilize chupeta regularmente deve continuar
com esta prática.

Dois estudos publicados desde 2000 mostraram que os bebês
que costumam usar chupeta, mas depois abandonam essa
prática correm um risco maior de "morte no berço" nas noites
em que não as utilizam. A fundação afirma, no entanto, que
análises estatísticas são muito complicadas e os dados exigem
um estudo mais cuidadoso.

"Nossa recomendação é que não há razão para que pais não
dêem chupeta para o bebê. Se eles fizerem isso, têm de
manter o hábito todas as vezes que o bebê dorme e nunca
se esquecer de dar a chupeta para ele", diz a fundação.

A ONG também recomenda que a chupeta não seja molhada
em líquido adocicado, seja retirada do bebê aos 12 meses de
idade e, se a mãe está amamentando, é melhor esperar um
mês para dar chupeta para a criança.

Mais um estudo mais uma conclusão e outras mais virão
mas não me parece que um bébé a dormir consiga manter
a chupeta na boca pois esta acaba sempre por lhe cair

sábado, dezembro 10, 2005

O fracasso da reactivação do eléctrico Sintra
Colares


Quem não se lembra da Associação dos Amigos do Eléctrico
que motivou Edite Estrela a que a CMS tivesse feito um
investimento vultuoso na reactivação da linha do eléctrico
de ligação Sintra Colares que se encontra em fase de
conclusão, embora esta obra já decorra há alguns anos.
Importa conhecer os custos desta obra, absolutamente
desnecessária face ao fracasso na falta de entusiasmo por
parte de utentes na utilização deste meio de transporte
para se deslocarem de Sintra para Colares. Hoje esteve uma
excelente tarde e numa volta até à praia das Maçãs constatei
no regresso que se deslocava o eléctrico provavelmente no
cumprimento do seu horário, com apenas dois passageiros
que seguiam em pé junto ao guarda-freio.
Admito que em plena época balnear possa o referido eléctrico
andar cheio, eventualmente com turistas. Mas o Verão são
apenas 3 meses e durante as outras estações com que
rendimento de bilheteira se assegurarão o pagamento das
despesas com os salários dos guarda-freios, com a manutenção
dos equipamentos e consumo de energia eléctrica.
Será que a Associação dos Amigos do Eléctrico de Sintra
Colares vão assegurar o pagamento dos encargos, através
de receita própria ou agora que verificaram o fracasso do
investimento já não existem como tal. Porque isto se tornou
mais uma despesa inútil da autarquia de Sintra para satisfação
dos caprichos de uma dúzia de entusiastas.
E assim se vão gastando elevadas verbas com investimentos
absolutamente inúteis, através do poder local.
Visões distorcidas duma realidade que, se pretende
escamotear

Pareceu-me que o debate de ontem realizado pela TVI, foi de
todos quantos até agora assisti aquele que melhor confronto
permitiu entre dois candidatos na corrida a Belém e
contrariamente às diversas opiniões manifestadas inclusive na
blogosfera, Cavaco Silva não averbou qualquer vitória neste
confronto bem pelo contrário.
E foi visível até alguma irritabilidade da sua parte, pois
além de não conseguir olhar Francisco Louçã, de frente, o
seu rosto denotava um rubor e as suas mãos focadas várias
vezes pelas câmaras de televisão, tremiam-lhe. Curiosamente
Cavaco Silva tentou escamotear a verdade dos seus 10 anos de
governação e remeter a responsabilidade da situação económica
do País para os governos que se lhe seguiram.
Claro que essa tentativa não foi conseguida visto Louçã não
lhe ter dado a mínima possibilidade de ele escamotear uma
realidade que está bem patente na mente de muitos eleitores
alguns dos quais afectos ao PSD e que não se revêem na sua
candidatura.
A ideia que alguns comentadores os quais também se denunciam
pela colagem ao candidato de que o seu desempenho ontem no
confronto, pontuou a seu favor, demonstra o seu facciosismo
por uma figura que politicamente muito pouco contribuiu para
o bem estar do povo português.

sexta-feira, dezembro 09, 2005

Sites de sexo lideram pedidos para domínio ".eu"
da France Presse

A União Européia anunciou nesta quarta-feira o sucesso do
lançamento do domínio ".eu", que recebeu cerca de 100 mil
pedidos de registo de nomes nas primeiras três horas. Os sites
sobre sexo e de hotéis lideram as preferências.

O processo para conseguir o registro começou pontualmente
às 10h GMT (08h de Brasília) e nos primeiros 15 minutos foram
recebidos cerca de 40 mil pedidos, a um ritmo de 40 por segundo,
de acordo com a Eurid, uma empresa sem fins lucrativos escolhida
pela Comissão Européia para administrar a extensão ".eu".

Como previsto, os domínios mais pedidos tinham a terminação
"sex.eu", seguido por "hotel.eu".

Nas primeiras três horas, já haviam sido registados cerca de
100 mil pedidos. A Alemanha estava na liderança, com 35% do
total, seguida da França e da Holanda (12% cada uma), Reino
Unido (10%) e Bélgica (6%), segundo o Eurid.

O objetivo da Comissão Européia é transformar a identidade
".eu" em uma marca tão importante quanto a do domínio ".com".
O ".eu" não substitui os nomes das identidades como ".es" para
Espanha ou ".fr" para França, mas cria uma marca para a Europa
no cyberespaço.

"Um vendedor de flores holandês e um fabricante de chocolate
belga poderão, graças ao '.eu', indicar a seus clientes em potencial
sua capacidade para enviar produtos para toda a Europa", disse
a comissária européia da Sociedade da Informação, Viviane Reding.

Empresas e entidades públicas terão prioridade nos pedidos de
registo, iniciados ontem. Em 2 de fevereiro os interessados
poderão solicitar registos com nomes de família e, a partir de 7
de abril, qualquer residente da União Européia pode fazer um
pedido para obter um endereço virtual com essa extensão.

O Eurid pretende alcançar o milhão de ".eu" no primeiro ano de
existência do domínio. O registo deve avançar com muita
rapidez, sobretudo quando se considera que já existem cerca de
9 milhões de ".de" (Alemanha) e 6 milhões de ".uk"
(Reino Unido).

Os eurodeputados passarão assim a ter a vida mais facilitada
pois
através dos seus portáteis podem contratar as
acompanhantes
nas noitadas no hotel, sem ter de recorrer aos
serviços da recepção
para o efeito.

quinta-feira, dezembro 08, 2005

2005 está malfadado a ser o ano dos impasses na União
Européia. Proposta britânica para o orçamento de 2007
a 2013 é a segunda meta importante do bloco que fracassa
em poucos meses, depois da rejeição franco-holandesa à
Constituição européia, em meados do ano.


A uma semana da última cúpula da União Européia (UE) deste ano,
cresce o temor de que o controvertido tema do orçamento do
bloco dos 25 para o período entre 2007 e 2013 acabe em fracasso
pela segunda vez em 2005. Já em junho último, a sugestão
apresentada pela então presidência luxemburguesa havia sido
derrotada pelos votos de Reino Unido, Suécia, Holanda, Espanha
e Finlândia.

Na reunião preparatória à cúpula dos próximos dias 15 e 16,
realizada nesta quarta-feira (7/12) em Bruxelas, apenas Malta
teria aprovado a sugestão do Reino Unido, que ocupa a
presidência da UE no sistema de rotação semestral. O chefe da
diplomacia britânica, Jack Straw, terá de preparar uma nova
sugestão às pressas, que deve ser analisada pelos ministros
do Exterior da UE na próxima segunda-feira.

Proposta rejeitada em junho previa 24 bilhões a mais

O próprio Straw reconheceu que "a maioria dos países-membros
demonstrou seu descontentamento" à proposta britânica. Os
críticos, entre eles o presidente da Comissão Executiva da
UE, o português José Manuel Durão Barroso, consideraram a
sugestão "inaceitável" e exigiram que o próprio Reino Unido
faça mais concessões. A Comissão acusou Londres de não ser
solidária.

O Reino Unido pretendia que o orçamento da Europa dos 25
entre 2007 e 2013 fosse de 847 bilhões de euros (1,03% da
Renda Nacional Bruta da UE). Para isso, seria cortada em
cerca de 10% a ajuda aos dez novos membros do Leste europeu.
A proposta luxemburguesa fracassada em junho previa 24
bilhões de euros a mais.

Straw voltou a condicionar o fim do status especial do Reino
Unido – instituído em 1984 – a cortes nas subvenções agrícolas,
o que colide com os interesses franceses. Nos seus planos, os
maiores contribuintes aos cofres de Bruxelas – Alemanha, Suécia
e Holanda – pagariam menos.

Alemanha e França buscam posição comum

Ministra austríaca do Exterior, Ursula Plassnik (d) e seu
colega alemão de pasta, Frank-Walter Steinmeier, na reunião
em Bruxelas Bildunterschrift Ministra austríaca do Exterior,
Ursula Plassnik (d) e seu colega alemão de pasta, Frank-Walter
Steinmeier, na reunião em Bruxelas O ministro alemão do Exterior,
Frank-Walter Steinmeier, disse após a reunião que vê chances de
consenso em uma nova sugestão: "Queremos o êxito", garantiu.
"O Reino Unido esteve completamente isolado em sua proposta",
ressaltou o representante francês, Philippe Douste Blazy.

Uma das exigências de Blazy é que Londres reduza os auxílios
especiais que recebe de Bruxelas em 14 bilhões de euros (em vez
dos oito bilhões de euros que sugeriu). Nesta quinta-feira, a
França e a Alemanha pretendem tomar uma posição comum em
relação ao futuro orçamento.

Segundo o ministro do Exterior de Luxemburgo, Jean Asselborn,
"houve uma solidariedade muito grande entre todos para mostrar
aos ingleses que assim não dá". A comissária de Orçamento da UE,
Dalia Grybauskaite, foi mais longe ao salientar que a presidência
inglesa conseguiu unir praticamente toda a União Européia contra
a sua sugestão.

Questionada se ainda considera o Reino Unido um parceiro de
confiança para negociar, ela respondeu: "Espero que na mesa de
negociações ainda encontremos alguém honesto".

O bloco está na reta final das negociações sobre as chamadas
Perspectivas Financeiras da UE 2007-2013, devendo a decisão
final ser tomada na cúpula de 15 e 16 de dezembro, em Bruxelas.

Notícia da Deutsche Welle

Não me surpreenderia nada que esta sucessão de acontecimentos
culminassem no desmoronar do edifício UE sobretudo face aos
desentendimentos sobre questões económicas.

terça-feira, dezembro 06, 2005

Produção de petróleo no Iraque deve chegar a 2,6 mi de
barris por dia em 2006


VINICIUS ALBUQUERQUE
da Folha Online

A produção de petróleo no Iraque deve chegar a 2,6 milhões
de barris por dia em 2006, perto do nível em que estava antes
da invasão americana em 2003, disse nesta terça-feira o
ministro iraquiano do Petróleo, Ibrahim Bahr al Uloum.

A produção deve aumentar ainda devido à ajuda que o Japão
deve dar para aumentar a capacidade dos terminais exportadores
no sul do país para 2 milhões de barris por dia, A produção
do Iraque neste ano deve ficar, em média, em 2,1 milhões de
barris, segundo informações do governo americano.

Um funcionário do Ministério da Economia, Comércio e
Indústria do Iraque disse à agência de notícias Reuters
que as exportações podem chegar a 2 milhões de barris
diários, superando o 1,6 milhão que é exportado pelo sul
do país atualmente.

No mês passado, o Japão concordou em cancelar 80% dos
débitos do Iraque com o país, abrindo caminho para a
concessão de novos empréstimos.

As instalações petrolíferas no Iraque têm sido um dos alvos
preferenciais dos rebeldes contra a invasão americana, o
que tem afastado investimentos. As exportações de petróleo
no país caíram para 1,2 milhão de barris diários em novembro,
menor nível em dois anos. O consumo diário de petróleo no
Iraque fica entre 400 mil e 500 mil barris.

A estimativa do ministro iraquiano repete a declaração do
vice-primeiro-ministro do país, Ahmad Chalabi, que disse
em novembro que o Iraque poderia aumentar a produção
do país rapidamente, retomando a atividade em poços
bloqueados após a invasão americana. Em 2000, a produção
de petróleo no país chegava a 3 milhões de barris diários e
as exportações ficavam em 2,2 milhões de barris por dia.

O Japão, terceiro maior consumidor mundial de petróleo,
importou 90 mil barris por dia do Iraque em 2004.

Esta é a realidade pela qual se comprova que a invasão do
Iraque não visou outra finalidade que não esta até porque
quem está no controle da produção segundo o articulista
são os próprios americanos.

segunda-feira, dezembro 05, 2005

Britânicos já marcaram 1.200 casamentos gay
da BBC Brasil

Pelo menos 1.200 cerimônias para registrar a união
civil entre gays já foram marcadas no Reino Unido, onde
uma lei que legaliza a medida entra em vigor nesta
segunda-feira.

As cerimônias – que não estão recebendo a denominação de
“casamento” – vão poder ser realizada na Irlanda do Norte
a partir de 19 de dezembro, e no resto do país nos dias
seguintes.

Os casais interessados estão podendo se registrar nas
autoridades competentes a partir desta segunda-feira.

A mudança legal que vai permitir a união civil entre
pessoas do mesmo sexo foi feita após décadas de campanhas
por parte de grupos de defesa dos homossexuais.

Ativistas dizem que ela vai acabar com a desigualdade entre
casais homossexuais e heterossexuais perante a Justiça.

Demanda elevada

Uma vez assinado o contrato de união civil, os parceiros
vão passar a dispor dos mesmos direitos que valem para
heterossexuais que se casam legalmente.

Pela lei, os casais que quiserem formar uma união legalizada
precisam se registrar nos conselhos de administração local.

Diferentemente dos casamentos, as cerimônias de assinatura
dos documentos da união civil homossexual não precisam ser
públicas.

Centenas de casais devem se valer imediatamente da novidade
– por exemplo, 198 cerimônias já foram provisoriamente
agendadas na cidade de Brighton, no sul da Inglaterra,
até o final do ano.

Ao todo, o conselho local já tem 510 cerimônias marcadas
para os próximos meses, no que se considera ser o nível
mais elevado de toda a Grã-Bretanha.

Outras cidades onde a demanda por cerimônias é grande
incluem Londres, Manchester, Birmingham, Newcastle e
Edimburgo.

O governo espera que 4,5 mil casais de pessoas do mesmo
sexo formalizem suas uniões no primeiro ano de vigência da
lei.

Ora aqui está uma opção que não vai contribuir em nada
para a explosão demográfica da Inglaterra.

domingo, dezembro 04, 2005

Embora estatisticamente continue à frente, já iniciou
a descida, segundo foi agora anunciado


Isto segundo os habituais indicadores das tendências de
voto o candidato do PSD não assumido, já iniciou a sua
descida, não sei se baseada na sua modesta intervenção
como não catalizadora de massas, mas pela constatação de
que efectivamente as recolhas estão longe de interpretar o
sentimento da maioria do eleitorado e por isso estarem a
anunciar a inversão da tendência para obterem alguma
credibilidade no trabalho realizado quando chegar a hora
da verdade.
Vamos continuar a viver com a nossa utopia

Já tivemos tempo para perceber
O que nos prometeram um dia
Iríamos mais tarde compreender
Que isso não passava duma utopia

Os filantropos que grassam no País
Dotados duma enorme imaginação
São todos uns senhores do seu nariz
Que nos lixam sem mínima compaixão

Temos razões mais que suficientes
Para não nos querermos deixar enganar
Eles continuam sempre incoerentes
Utilizando a sua arte de nos ludibriar

Nunca a conjuntura foi tão propícia
Em chorudos rendimentos
Nos negócios da estultícia
Com a obtenção de vencimentos

Preenchem sempre bons lugares
E os melhor remunerados
Merecem de nós o nosso esgar
Mas eles não ficam preocupados



O músico John Lennon comparou
a vida dos Beatles à decadência da
Roma antiga em uma entrevista
dada à revista musical Rolling
Stone em 1970.







Segundo Lennon, assassinado há 25 anos, o circo em
volta da banda era uma "Roma portátil" de dinheiro,
sexo e drogas. "Todo mundo queria fazer parte", disse.

Na entrevista, ele fala sobre a imagem "de limpeza"
dos quatro Beatles. "Todo mundo em volta queria que a
imagem continuasse", disse ele. "Por isso que alguns
estão se agarrando a ela."

"(Eles dizem) Não tire nossa Roma portátil, onde todos
podemos ter nossas casas, nossos carros, nossas amantes
e nossas esposas, nossas meninas no escritório e festas,
bebidas e drogas."

Os Beatles
Segundo Lennon, ninguém mexia nos shows ao vivo

Para o jornalista Jann Wenner, fundador da Rolling Stone
e autor da entrevista concedida oito meses depois do fim
dos Beatles, Lennon foi extremamente honesto. "Não há uma
palavra que não seja valiosa ou interessante", disse ele.

Lennon também revelou o lado mais obscuro da banda quando
estava em turnê.

"Se não conseguíssemos pegar tietes, tínhamos prostitutas",
revelou Lennon.

"O que viesse. Havia fotos minhas de joelho, me arrastando
para fora de bordéis em Amsterdã com as pessoas dizendo:
'Bom dia, John'."

Segundo John Lennon, as fotos e outras revelações não vieram
a público porque ninguém queria "um grande escândalo".

Na entrevista, o cantor também ataca seu ex-parceiro musical
Paul McCartney. "Nós ficamos de saco cheio de ser os outros
integrantes da banda de Paul McCartney depois que Brian
Epstein (empresário da banda) morreu", disse ele.

"Paul assumiu o comando e, supostamente, nos liderou. Mas
quem lidera quando estamos andando em círculos?"

"Lennon disse ainda que a parceria musical dos dois
terminou "por volta de 1962, ou algo assim".

"Todo o nosso melhor trabalho, tirando os do início como
I Want To Hold Your Hand, foram escritos separadamente."

Os Beatles
Lennon disse que não acreditava no "mito" dos Beatles

Em meio à raiva, Lennon ainda demonstrou algum respeito
por McCartney. "Ele é capaz de um grande trabalho e vai
fazê-lo", disse Lennon sobre o ex-companheiro de banda.

O músico disse ainda que foi levado a consumir heroína
por causa do tratamento que ele e sua mulher Yoko Ono
receberam dos "Beatles e de seus amigos".

"Nós sofremos muito", disse ele.

Nem mesmo o guitarrista dos Beatles, George Harrison,
escapou da ira de Lennon.

"Ele estava trabalhando com dois compositores brilhantes
e aprendeu muito com a gente", disse Lennon, que criticou
o álbum de estréia de Harrison em carreira solo.

O rival Mick Jagger, dos Rolling Stones, também foi
criticado por Lennon, que o chamou de "piada".

"Eu gostaria de listar o que fizemos e o que os Stones
fizeram dois meses depois em todos os discos", disse ele.
"O Mick imita a gente."

John Lennon ainda reclamou do lado negativo de seu talento.
"Não é divertido ser um gênio", disse ele, "é uma tortura".

Em um comentário mais positivo, o ex-Beatle falou sobre o
contentamento que ele encontrou com Yoko Ono comparado a
outros tipos de prazeres.

"Eu passei por tudo isso, e nada funciona melhor do que
ter alguém que você ama para abraçá-lo."

Notícia da BBC Brasil

Nada desta revelação me surpreende. Quase todos os dias
somos confrontados com este tipo de notícias. Sobretudo
neste Mundo do espectáculo raras são as vedetas que não
se envolvem no consumo de drogas, álcool e deboche, sempre
assim foi veja-se o que aconteceu com Elvis Presley que
lhe pos fim à existência. O estrelato fá-los perder o bom
senso, embora haja algumas excepções ao que se já tornou
numa regra.

sábado, dezembro 03, 2005











Um grupo de jovens
protestantes
alemães
lançou um calendário
de
2006 ilustrado com
cenas eróticas
de
passagens da Bíblia.



As 12 passagens representadas mostram, entre outras coisas,
uma Dalila de seios nus cortando o cabelo de Sansão e uma
Eva nua oferecendo uma maçã.

O grupo, de Nuremberg, disse que queria representara Bíblia
de uma maneira que fosse atraente para os jovens.

A iniciativa teve o apoio das autoridades religiosas locais, como
o pastor Bernd Grasser, responsável pela igreja em Nuremberg
onde o calendário está sendo vendido.

“É maravilhoso quando adolescentes se comprometem até o
último fio de cabelo com a Bíblia”, disse Grasser.

Segundo Stefan Wiest, de 32 anos, que fez as fotos do calendário,
“há um grande número de escrituras bíblicas simplesmente
explodindo de erotismo”.

Vestindo ligas e meia-calças, Anne Rohmer, de 21 anos, posou
como a prostituta Raabe. “Queríamos representar a Bíblia em
uma maneira diferente e interessante para as pessoas jovens”,
disse ela à agência de notícias Reuters.

“De qualquer maneira, não está escrito em nenhum lugar na
Bíblia que você não pode se mostrar sem roupas”, argumentou
Anne.

da BBC Brasil

Claro está que vão surgir reacções do Vaticano contrárias
a esta iniciativa
Refere o “Público” de hoje que as dívidas da autarquia
lisboeta ascendem a quase mil milhões de euros


Sendo que um terço deste valor refere-se à dívida para com a
Caixa Geral de Depósitos. Seria interessante sobre isto conhecer
a opinião do presidente da associação dos municípios, pois
sendo ele um tão grande defensor do poder local e sobretudo
dos seus representados e um tão grande critico do procedimento
do governo quanto ao corte nos apoios, como poderá ele explicar
uma dívida neste montante quando não havia dificuldades de
financiamento por parte do OE.

sexta-feira, dezembro 02, 2005

Cuba prende duas jornalistas européias
da Ansa


Duas jornalistas européias foram presas na cidade de Sancti
Spiritus, centro-leste de Cuba, ao lado do irmão de um
conhecido activista cubano. A denúncia foi feita pela Comissão
de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional --grupo
humanitário que não é reconhecido por Havana.

Um relatório da comissão denunciou as detenções das jornalistas
Anna Bikont, da Polônia, e Nelly Norton, da Suíça, na noite
desta quinta-feira, perto de Sancti Spiritus, 348 quilômetros
ao leste de Havana, ao lado do ativista Gerardo Sánchez.

Outras fontes consultadas afirmam que Norton teria dupla
cidadania sueca-italiana. "Consideramos que foram três
prisões arbitrárias", afirmou o titular da Comissão, Elizardo
Sánchez, irmão do ativista preso.

As duas européias--que ingressaram no país com visto do
governo cubano-- "não chegaram a Cuba como jornalistas,
simplesmente queriam ver como as pessoas viviam no país".
"Elas estavam olhando a cidade e fazendo contatos com famílias
de jornalistas presos", afirmou o líder da ONG.

Havana desconhece a oposição-- considerada mercenária e
contra-revolucionária pelo governo cubano. Segundo Sánchez, as
três mulheres tiveram seus bens pessoais e documentos
confiscados e devem estar sendo transportadas para Havana.

O líder da oposição assegurou que seu irmão não ia para uma
missão com as jornalistas, mas estava apenas "servindo de guia
e acompanhante" às mulheres, que poderiam ser expostas a
"acções criminosas".

"Nas últimas semanas, ao menos dois turistas estrangeiros
foram assassinados para serem roubados", afirmou a Comissão
no comunicado emitido. As Embaixadas polonesas e suíça em
Havana estão acompanhando o caso. Recentemente, outros
jornalistas estrangeiros foram presos em Havana durante
uma cúpula organizada pela oposição na capital cubana.

Da Folha Online

É com estas atitudes que Fidel de Castro se vai enterrando mais
do ponto de vista dos direitos e liberdades que ele não consente
aos seus compatriotas.
Finalmente uma boa medida para combater um flagelo que é
provocado em parte por um dos negociantes interessados

O Governo anunciou que vai lançar concurso para aquisição
de helicópteros destinados ao combate aos incêndios
florestais.
Pena é que a aquisição não seja imediata por forma a evitar
o recurso à manutenção dos contratos com as empresas
privadas de combate aos incêndios, que tal como foi também
anunciado à medida que os helicópteros forem sendo entregues
pelas empresas que os irão fornecer o governo vai rescindindo
os ditos contratos.

quinta-feira, dezembro 01, 2005

Firefox sofre maior transformação desde lançamento
da Folha Online

O navegador Firefox acaba de sofrer sua maior transformação
desde que foi lançado, em novembro de 2004. A versão 1.5
do software, lançada ontem, promete aos usuários mais
velocidade no acesso a sites, organização, eficácia no
bloqueio de pop-ups e melhor acessibilidade, entre outras
funções.

Desde o lançamento oficial, o browser tornou-se uma
alternativa ao Internet Explorer, que perdeu mercado para
a novidade. Segundo o site "Cnet", o Firefox --que já foi
baixado mais de 100 milhões de vezes-- tem 40 milhões de
usuários ativos e 8% do mercado de navegadores.

Uma das novas funções do programa está relacionada à
visualização da página: com o "drag and drop", o usuário
organiza com facilidade os links que devem aparecer em
sua barra de ferramentas. Além disso, a caixa de buscas
--que já tinha Google e Yahoo!, entre outros sites-- ganhou
mais uma alternativa: o Answers.com.

A nova versão do Firefox também apresenta novidades em
relação à segurança. Sistemas de alerta avisarão os
internautas quando houver atualizações disponíveis. Para
aqueles preocupados com a privacidade, o browser tem uma
função que permite apagar --sem qualquer burocracia-- o
histórico de navegação e arquivos baixados, por exemplo.

Segundo o "Cnet", a Mozilla Foundation pretende oferecer
novas versões com mais freqüência daqui para frente.
O Firefox 2.0 deve estar disponível em meados de 2006,
enquanto o 3.0 deve chegar aos usuários no primeiro
trimestre de 2007. As atualizações relacionadas a
segurança serão liberadas a cada seis ou oito semanas,
afirma a página.