Semelhante à pescada, ou seja, antes de ser
candidato já é considerado o próximo presidente
Ontem na ronda do toma lá dá cá, ainda houve tempo para
se trocarem algumas impressões e como não podia deixar
de ser um dos temas abordados com os familiares foi a
próxima eleição presidencial.
Achei muito curiosa a quase unanimidade na afirmação.
Todos os contactados foram de opinião de que Cavaco Silva
vai ganhar as eleições à primeira volta. A minha reacção foi
imediata. Então será com os vossos votos. De maneira
nenhuma foi a resposta obtida. Mau. Então vocês não são
votantes nessa candidatura e têm a convicção de que ele
vai ganhar, com que base sustentam essa afirmação. Talvez
por conhecerem muita gente que vai nele votar. Não, nem
sequer isso. Pronto já sei. A comunicação social já vos
conseguiu convencer de que esse irá ser o resultado.
segunda-feira, dezembro 19, 2005
Debates. Mas quais debates
Tem razão Mário Soares quando diz que ainda não se
verificaram debates televisivos entre os candidatos na
corrida a Belém.
Estou mesmo em crer que até às eleições eles não
ocorrerão até porque aqueles que já tiveram
responsabilidades governativas como ele e Cavaco Silva,
têm aproveitado esse tempo de antena para tentar
justificar as suas responsabilidades nos actos de má
gestão que assumiram como tal não demonstram
capacidade para poder fazer melhor do que anteriormente
fizeram como responsáveis governativos.
Daí achar que só os outros candidatos que nunca
exerceram funções governativas poderão demonstrar
através das suas explicações se estarão efectivamente à
altura do exercício desse poder. Ou seja pelo menos a
estes poderemos conceder-lhes o benefício da dúvida.
Tem razão Mário Soares quando diz que ainda não se
verificaram debates televisivos entre os candidatos na
corrida a Belém.
Estou mesmo em crer que até às eleições eles não
ocorrerão até porque aqueles que já tiveram
responsabilidades governativas como ele e Cavaco Silva,
têm aproveitado esse tempo de antena para tentar
justificar as suas responsabilidades nos actos de má
gestão que assumiram como tal não demonstram
capacidade para poder fazer melhor do que anteriormente
fizeram como responsáveis governativos.
Daí achar que só os outros candidatos que nunca
exerceram funções governativas poderão demonstrar
através das suas explicações se estarão efectivamente à
altura do exercício desse poder. Ou seja pelo menos a
estes poderemos conceder-lhes o benefício da dúvida.
domingo, dezembro 18, 2005
O nosso príncipe da televisão está a oferecer aos seus
colaboradores um espectáculo de circo
E o Herman José numa atitude semelhante ao de
qualquer lambe botas duma repartição pública e porque
não, também sempre os houve, dum qualquer trabalhador
duma empresa privada, destacando a presença de Pinto
Balsemão enalteceu a obra feita, elogiando a sua gestão
empresarial.
Não sei se a mesma é merecedora de tais elogios
porquanto ao que consta a SIC está a atravessar uma
situação deficitária que até pode ser preocupante. Mas
não é dessa possível situação com a qual nada tenho a
ver que pretendo escrever. Como nos lembramos foi na
gestão de Cavaco Silva como 1º. Ministro que, a televisão
foi proporcionada aos operadores privados e Pinto
Balsemão foi, tal como inicialmente a igreja católica,
através duns fiéis papalvos que investiram as suas
poupanças em acções da TVI, e que posteriormente as
viram completamente desvalorizadas com a passagem
breve do engº. Belmiro de Azevedo pela sua gestão,
quem criou o 3º. e o 4º. canal de televisão. A expectativa
criada foi enorme, mas como estes novos operadores
apenas se preocuparam com a sustentabilidade financeira
optaram por incluir nas suas grelhas de programação,
tendo em vista o ranking de audiências, programas que
em vez de contribuírem para instruir e educar os seus
telespectadores, mas não tem feito do que estupidificá-los.
Considerar relevante este trabalho de gestão empresarial
é no mínimo ofender aqueles que discordando frontalmente
com o Herman José, consideram que a concessão de
licenças de televisão aos operadores privados não trouxe
qualquer vantagem para os telespectadores.
colaboradores um espectáculo de circo
E o Herman José numa atitude semelhante ao de
qualquer lambe botas duma repartição pública e porque
não, também sempre os houve, dum qualquer trabalhador
duma empresa privada, destacando a presença de Pinto
Balsemão enalteceu a obra feita, elogiando a sua gestão
empresarial.
Não sei se a mesma é merecedora de tais elogios
porquanto ao que consta a SIC está a atravessar uma
situação deficitária que até pode ser preocupante. Mas
não é dessa possível situação com a qual nada tenho a
ver que pretendo escrever. Como nos lembramos foi na
gestão de Cavaco Silva como 1º. Ministro que, a televisão
foi proporcionada aos operadores privados e Pinto
Balsemão foi, tal como inicialmente a igreja católica,
através duns fiéis papalvos que investiram as suas
poupanças em acções da TVI, e que posteriormente as
viram completamente desvalorizadas com a passagem
breve do engº. Belmiro de Azevedo pela sua gestão,
quem criou o 3º. e o 4º. canal de televisão. A expectativa
criada foi enorme, mas como estes novos operadores
apenas se preocuparam com a sustentabilidade financeira
optaram por incluir nas suas grelhas de programação,
tendo em vista o ranking de audiências, programas que
em vez de contribuírem para instruir e educar os seus
telespectadores, mas não tem feito do que estupidificá-los.
Considerar relevante este trabalho de gestão empresarial
é no mínimo ofender aqueles que discordando frontalmente
com o Herman José, consideram que a concessão de
licenças de televisão aos operadores privados não trouxe
qualquer vantagem para os telespectadores.
sábado, dezembro 17, 2005
Isto está mal, todos se queixam, mas os locais de
compras estão cheios
Hoje esteve uma tarde agradável com um sol radioso e
embora fizesse algum frio apetecia uma deslocação até à
praia para apreciar o mar nesta altura do ano. Fizemo-nos
à estrada sem qualquer congestionamento de trânsito.
Chegamos rápidamente à praia da Assafora, onde nos
detivemos a contemplar o mar e o sol que nos aquecia o
corpo. De regresso resolvemos passar por um hipermercado
a fim de adquirirmos alguns produtos que nos faziam falta.
Estava aqui a explicação do fraco fluxo de transito.
Começamos logo por ter dificuldade em arranjar lugar
para estacionar o automóvel. Lá dentro quase era
impossível conseguirmos respirar dado o elevado número
de clientes. Rápidamente colocamos no cesto que recolhemos
à entrada a meia dúzia de produtos que nos faziam falta e
escolhemos uma caixa até 10 unidades onde permanecemos
durante algum tempo até chegar a nossa vez. Paga a despesa
no regresso fomos passando por outros locais onde estão
implantadas outras grandes superfícies que registavam também
elas uma enorme presença de público dado que os parques de
estacionamento se encontrarem completamente lotados. Numa
primeira análise e sem pretender substituir-me ao INE tenho
a sensação de que este ano se registará um aumento de volume
de vendas neste período natalício.
compras estão cheios
Hoje esteve uma tarde agradável com um sol radioso e
embora fizesse algum frio apetecia uma deslocação até à
praia para apreciar o mar nesta altura do ano. Fizemo-nos
à estrada sem qualquer congestionamento de trânsito.
Chegamos rápidamente à praia da Assafora, onde nos
detivemos a contemplar o mar e o sol que nos aquecia o
corpo. De regresso resolvemos passar por um hipermercado
a fim de adquirirmos alguns produtos que nos faziam falta.
Estava aqui a explicação do fraco fluxo de transito.
Começamos logo por ter dificuldade em arranjar lugar
para estacionar o automóvel. Lá dentro quase era
impossível conseguirmos respirar dado o elevado número
de clientes. Rápidamente colocamos no cesto que recolhemos
à entrada a meia dúzia de produtos que nos faziam falta e
escolhemos uma caixa até 10 unidades onde permanecemos
durante algum tempo até chegar a nossa vez. Paga a despesa
no regresso fomos passando por outros locais onde estão
implantadas outras grandes superfícies que registavam também
elas uma enorme presença de público dado que os parques de
estacionamento se encontrarem completamente lotados. Numa
primeira análise e sem pretender substituir-me ao INE tenho
a sensação de que este ano se registará um aumento de volume
de vendas neste período natalício.
Claro que numa circunstância destas ninguém
é responsabilizado
Ontem quando cheguei a casa por volta das 18H30,
preenchi um boletim do euromilhões que fui meter à
tabacaria próxima. Várias pessoas à minha frente
aguardavam a possibilidade do registo dos seus
boletins dado que os sistema segundo informou o
empregado da mesma se encontrava bloqueado.
Mantivemo-nos todos à espera até que, sem o sistema
voltar à operacionalidade, atingimos as 19H00,
impossibilitados de registar os boletins. Curiosamente
a partir das dezanove horas os sistema ficou
desbloqueado para quem quisesse registar boletins do
Totoloto. Parece-me que a Santa Casa da Misericórdia
vai ter que mandar rever os seus equipamentos de molde
a evitar que, as pessoas por falta de oportunidade e
de tempo fiquem privadas de se habilitar a um sorteio
que os motiva. Vamos imaginar que algum dos
apostadores que ficaram privados de registar o boletim
por inoperacionalidade do equipamento, tinham a chave
certa. Obviamente que não teria a mínima hipótese de
exigir responsabilidades à Santa Casa da Misericórdia.
é responsabilizado
Ontem quando cheguei a casa por volta das 18H30,
preenchi um boletim do euromilhões que fui meter à
tabacaria próxima. Várias pessoas à minha frente
aguardavam a possibilidade do registo dos seus
boletins dado que os sistema segundo informou o
empregado da mesma se encontrava bloqueado.
Mantivemo-nos todos à espera até que, sem o sistema
voltar à operacionalidade, atingimos as 19H00,
impossibilitados de registar os boletins. Curiosamente
a partir das dezanove horas os sistema ficou
desbloqueado para quem quisesse registar boletins do
Totoloto. Parece-me que a Santa Casa da Misericórdia
vai ter que mandar rever os seus equipamentos de molde
a evitar que, as pessoas por falta de oportunidade e
de tempo fiquem privadas de se habilitar a um sorteio
que os motiva. Vamos imaginar que algum dos
apostadores que ficaram privados de registar o boletim
por inoperacionalidade do equipamento, tinham a chave
certa. Obviamente que não teria a mínima hipótese de
exigir responsabilidades à Santa Casa da Misericórdia.

Nova animação ironiza
trajetória de Bush em 2005
O vídeo de Gregg e Evan Spiridellis, 2-0-5, tem dois
minutos e mostra Bush cantando uma música em que
ele diz esperar que 2006 seja melhor do que 2005.
A música cantada por Bush é uma mistura da canção Auld
Lang Syne, tradicionalmente cantada na véspera de Ano
Novo no hemisfério norte, com a música folclórica
americana Turkey in the Straw.
Na letra, o boneco representando o presidente americano
cita os problemas enfrentados em 2005, como a queda
em sua popularidade, o furacão Katrina, as investigações
do vazamento do nome de uma agente da CIA que
implicaram importantes assessores da Casa Branca e
outros.
Os criadores do filme são, os mesmos que criaram
animações ironizando a disputada presidencial entre Bush
e Kerry em 2004 e que viraram uma febre entre os
internautas na época.
Desta vez, a animação começa com jornalistas pedindo
para o presidente americano, na Casa Branca, avaliar o
ano de 2005.
Bush cita a investigação do vazamento ilegal do nome
de um agente da CIA
"Há uma Intifada crescendo na Faixa de Gaza (...) O
déficit está aumentando, a Europa me odeia e a indústria
está falindo", canta o Bush do desenho.
Na animação o presidente também afirma que é preciso
"esmagar os insurgentes (do Iraque)" e "minha taxa de
aprovação está despencando", e pede que 2006 não seja
um ano como 2005.
Bush, no desenho, também lembra o furacão Katrina, que
devastou Nova Orleans e colaborou para uma queda ainda
maior em sua popularidade.
"Com o Katrina (...) a última coisa que preciso agora é da
gripe aviária."
O presidente também reclama, no desenho, que todos os
problemas do mundo acabam em sua mesa e, quando ele
quer descansar em seu rancho no Texas, não pode. Neste
caso, devido aos protestos em frente ao seu rancho contra
a Guerra no Iraque.
da BBC Brasil
Mas também é só para isto que este gajo serve, para além
de ser responsável por dezenas de milhares de mortes
inocentes.
quarta-feira, dezembro 14, 2005
Empresa cultiva planta para biodiesel alternativo
à gasolina
da Efe, em Jerusalém
Uma empresa israelita chamada "Amantes da agricultura"
cultiva em grandes extensões em África uma planta com
cujas sementes será produzido um biodiesel que substituirá
a gasolina em motores e veículos.
A informação foi confirmada ontem ao jornal "Yediot
Aharonot" pelo diretor da organização Agritech, Daniel
Meiri. A companhia conta com fundos locais e internacionais
para isso, afirmou.
O cultivo da planta denominada "jetrofa" e outras, que
abrangerá milhares de hectares, já foi iniciado em um país
africano não identificado, onde o clima e as condições do
solo são ideais e a mão-de-obra é barata, continuou.
A planta será apresentada na Exposição Internacional
Agritec-2006, em Tel Aviv. A companhia conta com experiência
em projetos agrícolas de projecção mundial, informou.
Na exposição serão apresentadas sementes de diversas plantas
das quais se pode extrair o biodiesel, que será mais barato
que a gasolina comum. Os cultivos prosperam especialmente em
alguns Estados do continente africano, disse, sem divulgar
mais detalhes.
Segundo o jornal de Tel Aviv, a empresa israelita já assinou
contratos de exportação de "dezenas de milhões de dólares"
com "vários países da Europa e da América" para o
próximo ano.
Um conselheiro econômico em assuntos agrícolas, Ronen
Sender, declarou que se trata de um sistema para obter
combustíveis alternativos e não convencionais.
Calcula-se que daqui a dez anos 10% dos veículos
funcionarão com o biodiesel.
Esta alternativa ao petróleo é de saudar. Todavia o local
escolhido, um país africano não revelado, de mão-de-obra
barata, denuncia a exploração a que vão passar a estar
sujeitos os respectivos trabalhadores que se encarregarão
da produção das plantações.
à gasolina
da Efe, em Jerusalém
Uma empresa israelita chamada "Amantes da agricultura"
cultiva em grandes extensões em África uma planta com
cujas sementes será produzido um biodiesel que substituirá
a gasolina em motores e veículos.
A informação foi confirmada ontem ao jornal "Yediot
Aharonot" pelo diretor da organização Agritech, Daniel
Meiri. A companhia conta com fundos locais e internacionais
para isso, afirmou.
O cultivo da planta denominada "jetrofa" e outras, que
abrangerá milhares de hectares, já foi iniciado em um país
africano não identificado, onde o clima e as condições do
solo são ideais e a mão-de-obra é barata, continuou.
A planta será apresentada na Exposição Internacional
Agritec-2006, em Tel Aviv. A companhia conta com experiência
em projetos agrícolas de projecção mundial, informou.
Na exposição serão apresentadas sementes de diversas plantas
das quais se pode extrair o biodiesel, que será mais barato
que a gasolina comum. Os cultivos prosperam especialmente em
alguns Estados do continente africano, disse, sem divulgar
mais detalhes.
Segundo o jornal de Tel Aviv, a empresa israelita já assinou
contratos de exportação de "dezenas de milhões de dólares"
com "vários países da Europa e da América" para o
próximo ano.
Um conselheiro econômico em assuntos agrícolas, Ronen
Sender, declarou que se trata de um sistema para obter
combustíveis alternativos e não convencionais.
Calcula-se que daqui a dez anos 10% dos veículos
funcionarão com o biodiesel.
Esta alternativa ao petróleo é de saudar. Todavia o local
escolhido, um país africano não revelado, de mão-de-obra
barata, denuncia a exploração a que vão passar a estar
sujeitos os respectivos trabalhadores que se encarregarão
da produção das plantações.

Conforme relatório das Igrejas
católica e luterana, a Alemanha
está entre os maiores
comerciantes de armamentos
do mundo, alimentando as
regiões de conflito.
A indústria bélica alemã é a quarta maior exportadora de
equipamentos do mundo. Esta informação consta do relatório
da Conferência Unificada Igreja e Desenvolvimento (GKKE),
que reúne representantes católicos e luteranos, além de
especialistas de organizações científicas e ONGs.
De acordo com os dados recolhidos, somente a Rússia, os
Estados Unidos e a França teriam exportado mais
armamentos que a Alemanha. O balanço da política
armamentista do ex-governo da coligação social-democrata
e verde foi considerado pelo estudo "decepcionante e fraco".

O presidente do GKKE, Karl
Jüsten, critica ainda o novo
governo federal por evitar se
comprometer com uma política
restritiva de exportação de
armamentos.
Mercado de armas alimenta regiões de conflito em todo o
mundo o documento lança sobretudo a pergunta de como a
exportação de armas pode ser compatível com metas de
ajuda ao desenvolvimento. Um terço das vendas iria para
nações que, por outro lado, estão recebendo assistência.
"A venda de armas coloca em risco as chances de uma ajuda
efectiva e contrasta com as declarações do governo alemão
sobre as políticas de desenvolvimento", ressalta Jüsten.
O relatório conjunto das Igrejas católica e luterana
destaca que o interesse de alguns destes países em
tecnologia, software e produção de armamentos é
interpretado, em conseqüência disso, como um fomento
para a criação de novas indústrias bélicas locais.

Além disso, os armamentos
são também fornecidos para
regiões de conflito, por exemplo,
no Oriente Médio e na Ásia, o
que beneficiaria a corrida
armamentista regional. "
A presente crise no Iraque mostra que as atuais
transferências de armas são indicadores para conflitos
futuros", explica Bernhard Moltmann, do Instituto de
Pesquisa pela Paz de Frankfurt.
Relatório critica política do governo Schröder As
licenças de exportação podem ter caído de 4,8 bilhões
de euros para 3,8 bilhões entre 2003 e 2004, mas mesmo
assim o volume negociado excede em muito o da última
década, quando a Alemanha era governada pelo chanceler
Helmut Kohl.
Também problemática é a disseminação do comércio de
pequenas armas, que, segundo a Conferência Unificada
Igreja e Desenvolvimento, é "um produto da ilegalidade".
Estas armas seriam responsáveis por numerosas vílimas
em todo o mundo.
Parece que pouco ser alterará com o governo de Angela
Merkel. O representante da Igreja luterana, Stephan
Reimers, lembrou "com consternação, que as negociações
da recente coligação deixaram de lado a questão da
exportação de armas". Até o momento, o novo governo se
reservou de concordar com qualquer política restritiva.
Em 1988, os ministros das Relações Exteriores dos 15
integrantes da União Européia adotaram um código de
conduta, visando estabelecer padrões para o gerenciar e
refrear as exportações de armamentos a partir da Europa.
"Em nível europeu, atingimos uma transparência satisfatória,
o que está longe de se aplicar à Alemanha", admite Bernhard
Moltmann. " As decisões relacionadas à exportação de armas
são tomadas pelo conselho de segurança alemão, a portas
fechadas", critica. Para Moltmann, o Parlamento pecisa ter
papel mais ativo no tocantes às licenças para exportação.
Notícia da Deutsche Welle
O senhor Schröder pelos vistos não seria muito convicto na
contestação do procedimento americano quando sua politica
de proliferação de conflitos em várias zonas porque tinha
conveniência em escoar o armamento produzido no seu País.
terça-feira, dezembro 13, 2005
Abortos voluntários podem resultar em traumas psicológicos
que levam pelo menos cinco anos para serem superados,
afirma um novo estudo de pesquisadores da Universidade
de Oslo.
A equipe de cientistas comparou 40 mulheres que tiveram
abortos espontâneos com outras 80 que escolheram
interromper a gravidez. O resultado do estudo foi
publicado nesta segunda-feira na revista acadêmica
online BMC Medicine.
Aquelas que perderam os bebês em razão de problemas no
parto sofreram estresse mental nos seis meses subsequentes.
Já as mulheres que praticaram abortos de vontade própria
enfrentaram efeitos negativos de duração maior.
Ativistas que militam pelo direito ao aborto dizem não
haver provas ligando diretamente aborto a trauma psicológico.
Os pesquisadores noruegueses disseram que os resultados
reforçam a importância de se oferecer às mulheres
informações sobre os efeitos psicológicos da perda de
um filho, seja naturalmente, seja por aborto premeditado.
5 anos depois
A equipe da Universidade de Oslo afirmou que, dez dias
após o aborto, 47,5% das mulheres que tiveram aborto
espontâneo apresentaram sinais de algum tipo de sofrimento
mental, contra 30% das que se submeteram a abortos.
O total de mulheres psicologicamente abaladas pelo aborto
espontâneo caiu com o passar do tempo – 22,5% delas após
seis meses e apenas 2,6% passados dois anos e cinco anos.
Já no grupo das mulheres que abortaram por escolha própria,
25,7% ainda sofriam sequelas psicológicas depois de seis
meses, e 20% delas continuavam com problemas mentais
relacionados ao aborto cinco anos mais tarde.
"Sempre considerou-se isso, e este estudo também mostra,
que a decisão de interromper uma gravidez pode trazer
sentimentos de ansiedade e culpa por longa data", disse
Richard Warren, do Royal College of Obstetricians, da
Grã-Bretanha.
"Embora a maioria das mulheres sejam capazes de lidar com
esses sentimentos, a necessidade de apoio e aconselhamento
deve ser reconhecida e a ajuda apropriada deve ser oferecida."
Notícia da BBC Brasil
Mas que brilhante conclusão esta.
que levam pelo menos cinco anos para serem superados,
afirma um novo estudo de pesquisadores da Universidade
de Oslo.
A equipe de cientistas comparou 40 mulheres que tiveram
abortos espontâneos com outras 80 que escolheram
interromper a gravidez. O resultado do estudo foi
publicado nesta segunda-feira na revista acadêmica
online BMC Medicine.
Aquelas que perderam os bebês em razão de problemas no
parto sofreram estresse mental nos seis meses subsequentes.
Já as mulheres que praticaram abortos de vontade própria
enfrentaram efeitos negativos de duração maior.
Ativistas que militam pelo direito ao aborto dizem não
haver provas ligando diretamente aborto a trauma psicológico.
Os pesquisadores noruegueses disseram que os resultados
reforçam a importância de se oferecer às mulheres
informações sobre os efeitos psicológicos da perda de
um filho, seja naturalmente, seja por aborto premeditado.
5 anos depois
A equipe da Universidade de Oslo afirmou que, dez dias
após o aborto, 47,5% das mulheres que tiveram aborto
espontâneo apresentaram sinais de algum tipo de sofrimento
mental, contra 30% das que se submeteram a abortos.
O total de mulheres psicologicamente abaladas pelo aborto
espontâneo caiu com o passar do tempo – 22,5% delas após
seis meses e apenas 2,6% passados dois anos e cinco anos.
Já no grupo das mulheres que abortaram por escolha própria,
25,7% ainda sofriam sequelas psicológicas depois de seis
meses, e 20% delas continuavam com problemas mentais
relacionados ao aborto cinco anos mais tarde.
"Sempre considerou-se isso, e este estudo também mostra,
que a decisão de interromper uma gravidez pode trazer
sentimentos de ansiedade e culpa por longa data", disse
Richard Warren, do Royal College of Obstetricians, da
Grã-Bretanha.
"Embora a maioria das mulheres sejam capazes de lidar com
esses sentimentos, a necessidade de apoio e aconselhamento
deve ser reconhecida e a ajuda apropriada deve ser oferecida."
Notícia da BBC Brasil
Mas que brilhante conclusão esta.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
domingo, dezembro 11, 2005

Dormir com chupeta reduziria risco
de morte no berço
da BBC Brasil
Bebês colocados no berço para dormir com uma chupeta têm
um risco 90% menor da chamada "morte no berço"
ou cot death), de acordo com estudo americano divulgado
nesta sexta-feira.
Para chegar à conclusão, cientistas compararam 185 casos
desta síndrome da morte súbita na infância com 312 bebês
saudáveis.
O estudo, publicado no "British Medical Journal", constatou
que o benefício é maior para crianças que dormem em um
ambiente "inapropriado", como os que dormem de barriga
para baixo ou as mães que fumam ou colocam a criança para
dormir em sua cama.
Os pesquisadores afirmam que a chupeta pode ajudar os
bebês a fecharem as vias respiratórias. Especialistas britânicos
receberam bem a pesquisa, mas destacaram que se trata
apenas de um pequeno estudo.
Incidência
A incidência de "mortes no berço" vem diminuindo, mas ainda
tira a vida de 300 crianças com menos de um ano no Reino
Unido todos os anos.
Na Califórnia, segundo a pesquisa americana realizada pela
organização de prestação de serviços de saúde Kaiser
Permanente, um em cada 2.000 bebês é vítima de "morte no
berço".
Mas se todos os bebês usassem chupeta, eles calculam que o
risco desse tipo de ocorrência cairia para um em cada 20 mil.
Os pesquisadores dizem que a chave para se entender o
processo pode estar no fato de que as chupetas costumam ter
uma alça externa grande, o que ajudaria o bebê a não vedar
sua fonte de captação de ar ao afundar o rosto na roupa de
cama.
No artigo no "British Medical Journal", os pesquisadores
afirmam ainda que usar a chupeta ajuda no desenvolvimento
da parte do cérebro que controla como o sistema das vias
respiratórias superiores funcionam.
Pesquisas anteriores também sugerem que o uso de chupetas
poderia reduzir o risco de "morte no berço", mas não de
maneira tão acentuada.
A Fundação para o Estudo de Mortes na Infância recomenda
que um bebê que utilize chupeta regularmente deve continuar
com esta prática.
Dois estudos publicados desde 2000 mostraram que os bebês
que costumam usar chupeta, mas depois abandonam essa
prática correm um risco maior de "morte no berço" nas noites
em que não as utilizam. A fundação afirma, no entanto, que
análises estatísticas são muito complicadas e os dados exigem
um estudo mais cuidadoso.
"Nossa recomendação é que não há razão para que pais não
dêem chupeta para o bebê. Se eles fizerem isso, têm de
manter o hábito todas as vezes que o bebê dorme e nunca
se esquecer de dar a chupeta para ele", diz a fundação.
A ONG também recomenda que a chupeta não seja molhada
em líquido adocicado, seja retirada do bebê aos 12 meses de
idade e, se a mãe está amamentando, é melhor esperar um
mês para dar chupeta para a criança.
Mais um estudo mais uma conclusão e outras mais virão
mas não me parece que um bébé a dormir consiga manter
a chupeta na boca pois esta acaba sempre por lhe cair
sábado, dezembro 10, 2005
O fracasso da reactivação do eléctrico Sintra
Colares
Quem não se lembra da Associação dos Amigos do Eléctrico
que motivou Edite Estrela a que a CMS tivesse feito um
investimento vultuoso na reactivação da linha do eléctrico
de ligação Sintra Colares que se encontra em fase de
conclusão, embora esta obra já decorra há alguns anos.
Importa conhecer os custos desta obra, absolutamente
desnecessária face ao fracasso na falta de entusiasmo por
parte de utentes na utilização deste meio de transporte
para se deslocarem de Sintra para Colares. Hoje esteve uma
excelente tarde e numa volta até à praia das Maçãs constatei
no regresso que se deslocava o eléctrico provavelmente no
cumprimento do seu horário, com apenas dois passageiros
que seguiam em pé junto ao guarda-freio.
Admito que em plena época balnear possa o referido eléctrico
andar cheio, eventualmente com turistas. Mas o Verão são
apenas 3 meses e durante as outras estações com que
rendimento de bilheteira se assegurarão o pagamento das
despesas com os salários dos guarda-freios, com a manutenção
dos equipamentos e consumo de energia eléctrica.
Será que a Associação dos Amigos do Eléctrico de Sintra
Colares vão assegurar o pagamento dos encargos, através
de receita própria ou agora que verificaram o fracasso do
investimento já não existem como tal. Porque isto se tornou
mais uma despesa inútil da autarquia de Sintra para satisfação
dos caprichos de uma dúzia de entusiastas.
E assim se vão gastando elevadas verbas com investimentos
absolutamente inúteis, através do poder local.
Colares
Quem não se lembra da Associação dos Amigos do Eléctrico
que motivou Edite Estrela a que a CMS tivesse feito um
investimento vultuoso na reactivação da linha do eléctrico
de ligação Sintra Colares que se encontra em fase de
conclusão, embora esta obra já decorra há alguns anos.
Importa conhecer os custos desta obra, absolutamente
desnecessária face ao fracasso na falta de entusiasmo por
parte de utentes na utilização deste meio de transporte
para se deslocarem de Sintra para Colares. Hoje esteve uma
excelente tarde e numa volta até à praia das Maçãs constatei
no regresso que se deslocava o eléctrico provavelmente no
cumprimento do seu horário, com apenas dois passageiros
que seguiam em pé junto ao guarda-freio.
Admito que em plena época balnear possa o referido eléctrico
andar cheio, eventualmente com turistas. Mas o Verão são
apenas 3 meses e durante as outras estações com que
rendimento de bilheteira se assegurarão o pagamento das
despesas com os salários dos guarda-freios, com a manutenção
dos equipamentos e consumo de energia eléctrica.
Será que a Associação dos Amigos do Eléctrico de Sintra
Colares vão assegurar o pagamento dos encargos, através
de receita própria ou agora que verificaram o fracasso do
investimento já não existem como tal. Porque isto se tornou
mais uma despesa inútil da autarquia de Sintra para satisfação
dos caprichos de uma dúzia de entusiastas.
E assim se vão gastando elevadas verbas com investimentos
absolutamente inúteis, através do poder local.
Visões distorcidas duma realidade que, se pretende
escamotear
Pareceu-me que o debate de ontem realizado pela TVI, foi de
todos quantos até agora assisti aquele que melhor confronto
permitiu entre dois candidatos na corrida a Belém e
contrariamente às diversas opiniões manifestadas inclusive na
blogosfera, Cavaco Silva não averbou qualquer vitória neste
confronto bem pelo contrário.
E foi visível até alguma irritabilidade da sua parte, pois
além de não conseguir olhar Francisco Louçã, de frente, o
seu rosto denotava um rubor e as suas mãos focadas várias
vezes pelas câmaras de televisão, tremiam-lhe. Curiosamente
Cavaco Silva tentou escamotear a verdade dos seus 10 anos de
governação e remeter a responsabilidade da situação económica
do País para os governos que se lhe seguiram.
Claro que essa tentativa não foi conseguida visto Louçã não
lhe ter dado a mínima possibilidade de ele escamotear uma
realidade que está bem patente na mente de muitos eleitores
alguns dos quais afectos ao PSD e que não se revêem na sua
candidatura.
A ideia que alguns comentadores os quais também se denunciam
pela colagem ao candidato de que o seu desempenho ontem no
confronto, pontuou a seu favor, demonstra o seu facciosismo
por uma figura que politicamente muito pouco contribuiu para
o bem estar do povo português.
escamotear
Pareceu-me que o debate de ontem realizado pela TVI, foi de
todos quantos até agora assisti aquele que melhor confronto
permitiu entre dois candidatos na corrida a Belém e
contrariamente às diversas opiniões manifestadas inclusive na
blogosfera, Cavaco Silva não averbou qualquer vitória neste
confronto bem pelo contrário.
E foi visível até alguma irritabilidade da sua parte, pois
além de não conseguir olhar Francisco Louçã, de frente, o
seu rosto denotava um rubor e as suas mãos focadas várias
vezes pelas câmaras de televisão, tremiam-lhe. Curiosamente
Cavaco Silva tentou escamotear a verdade dos seus 10 anos de
governação e remeter a responsabilidade da situação económica
do País para os governos que se lhe seguiram.
Claro que essa tentativa não foi conseguida visto Louçã não
lhe ter dado a mínima possibilidade de ele escamotear uma
realidade que está bem patente na mente de muitos eleitores
alguns dos quais afectos ao PSD e que não se revêem na sua
candidatura.
A ideia que alguns comentadores os quais também se denunciam
pela colagem ao candidato de que o seu desempenho ontem no
confronto, pontuou a seu favor, demonstra o seu facciosismo
por uma figura que politicamente muito pouco contribuiu para
o bem estar do povo português.
sexta-feira, dezembro 09, 2005
Sites de sexo lideram pedidos para domínio ".eu"
da France Presse
A União Européia anunciou nesta quarta-feira o sucesso do
lançamento do domínio ".eu", que recebeu cerca de 100 mil
pedidos de registo de nomes nas primeiras três horas. Os sites
sobre sexo e de hotéis lideram as preferências.
O processo para conseguir o registro começou pontualmente
às 10h GMT (08h de Brasília) e nos primeiros 15 minutos foram
recebidos cerca de 40 mil pedidos, a um ritmo de 40 por segundo,
de acordo com a Eurid, uma empresa sem fins lucrativos escolhida
pela Comissão Européia para administrar a extensão ".eu".
Como previsto, os domínios mais pedidos tinham a terminação
"sex.eu", seguido por "hotel.eu".
Nas primeiras três horas, já haviam sido registados cerca de
100 mil pedidos. A Alemanha estava na liderança, com 35% do
total, seguida da França e da Holanda (12% cada uma), Reino
Unido (10%) e Bélgica (6%), segundo o Eurid.
O objetivo da Comissão Européia é transformar a identidade
".eu" em uma marca tão importante quanto a do domínio ".com".
O ".eu" não substitui os nomes das identidades como ".es" para
Espanha ou ".fr" para França, mas cria uma marca para a Europa
no cyberespaço.
"Um vendedor de flores holandês e um fabricante de chocolate
belga poderão, graças ao '.eu', indicar a seus clientes em potencial
sua capacidade para enviar produtos para toda a Europa", disse
a comissária européia da Sociedade da Informação, Viviane Reding.
Empresas e entidades públicas terão prioridade nos pedidos de
registo, iniciados ontem. Em 2 de fevereiro os interessados
poderão solicitar registos com nomes de família e, a partir de 7
de abril, qualquer residente da União Européia pode fazer um
pedido para obter um endereço virtual com essa extensão.
O Eurid pretende alcançar o milhão de ".eu" no primeiro ano de
existência do domínio. O registo deve avançar com muita
rapidez, sobretudo quando se considera que já existem cerca de
9 milhões de ".de" (Alemanha) e 6 milhões de ".uk"
(Reino Unido).
Os eurodeputados passarão assim a ter a vida mais facilitada
pois através dos seus portáteis podem contratar as
acompanhantes nas noitadas no hotel, sem ter de recorrer aos
serviços da recepção para o efeito.
da France Presse
A União Européia anunciou nesta quarta-feira o sucesso do
lançamento do domínio ".eu", que recebeu cerca de 100 mil
pedidos de registo de nomes nas primeiras três horas. Os sites
sobre sexo e de hotéis lideram as preferências.
O processo para conseguir o registro começou pontualmente
às 10h GMT (08h de Brasília) e nos primeiros 15 minutos foram
recebidos cerca de 40 mil pedidos, a um ritmo de 40 por segundo,
de acordo com a Eurid, uma empresa sem fins lucrativos escolhida
pela Comissão Européia para administrar a extensão ".eu".
Como previsto, os domínios mais pedidos tinham a terminação
"sex.eu", seguido por "hotel.eu".
Nas primeiras três horas, já haviam sido registados cerca de
100 mil pedidos. A Alemanha estava na liderança, com 35% do
total, seguida da França e da Holanda (12% cada uma), Reino
Unido (10%) e Bélgica (6%), segundo o Eurid.
O objetivo da Comissão Européia é transformar a identidade
".eu" em uma marca tão importante quanto a do domínio ".com".
O ".eu" não substitui os nomes das identidades como ".es" para
Espanha ou ".fr" para França, mas cria uma marca para a Europa
no cyberespaço.
"Um vendedor de flores holandês e um fabricante de chocolate
belga poderão, graças ao '.eu', indicar a seus clientes em potencial
sua capacidade para enviar produtos para toda a Europa", disse
a comissária européia da Sociedade da Informação, Viviane Reding.
Empresas e entidades públicas terão prioridade nos pedidos de
registo, iniciados ontem. Em 2 de fevereiro os interessados
poderão solicitar registos com nomes de família e, a partir de 7
de abril, qualquer residente da União Européia pode fazer um
pedido para obter um endereço virtual com essa extensão.
O Eurid pretende alcançar o milhão de ".eu" no primeiro ano de
existência do domínio. O registo deve avançar com muita
rapidez, sobretudo quando se considera que já existem cerca de
9 milhões de ".de" (Alemanha) e 6 milhões de ".uk"
(Reino Unido).
Os eurodeputados passarão assim a ter a vida mais facilitada
pois através dos seus portáteis podem contratar as
acompanhantes nas noitadas no hotel, sem ter de recorrer aos
serviços da recepção para o efeito.
quinta-feira, dezembro 08, 2005
2005 está malfadado a ser o ano dos impasses na União
Européia. Proposta britânica para o orçamento de 2007
a 2013 é a segunda meta importante do bloco que fracassa
em poucos meses, depois da rejeição franco-holandesa à
Constituição européia, em meados do ano.
A uma semana da última cúpula da União Européia (UE) deste ano,
cresce o temor de que o controvertido tema do orçamento do
bloco dos 25 para o período entre 2007 e 2013 acabe em fracasso
pela segunda vez em 2005. Já em junho último, a sugestão
apresentada pela então presidência luxemburguesa havia sido
derrotada pelos votos de Reino Unido, Suécia, Holanda, Espanha
e Finlândia.
Na reunião preparatória à cúpula dos próximos dias 15 e 16,
realizada nesta quarta-feira (7/12) em Bruxelas, apenas Malta
teria aprovado a sugestão do Reino Unido, que ocupa a
presidência da UE no sistema de rotação semestral. O chefe da
diplomacia britânica, Jack Straw, terá de preparar uma nova
sugestão às pressas, que deve ser analisada pelos ministros
do Exterior da UE na próxima segunda-feira.
Proposta rejeitada em junho previa 24 bilhões a mais
O próprio Straw reconheceu que "a maioria dos países-membros
demonstrou seu descontentamento" à proposta britânica. Os
críticos, entre eles o presidente da Comissão Executiva da
UE, o português José Manuel Durão Barroso, consideraram a
sugestão "inaceitável" e exigiram que o próprio Reino Unido
faça mais concessões. A Comissão acusou Londres de não ser
solidária.
O Reino Unido pretendia que o orçamento da Europa dos 25
entre 2007 e 2013 fosse de 847 bilhões de euros (1,03% da
Renda Nacional Bruta da UE). Para isso, seria cortada em
cerca de 10% a ajuda aos dez novos membros do Leste europeu.
A proposta luxemburguesa fracassada em junho previa 24
bilhões de euros a mais.
Straw voltou a condicionar o fim do status especial do Reino
Unido – instituído em 1984 – a cortes nas subvenções agrícolas,
o que colide com os interesses franceses. Nos seus planos, os
maiores contribuintes aos cofres de Bruxelas – Alemanha, Suécia
e Holanda – pagariam menos.
Alemanha e França buscam posição comum
Ministra austríaca do Exterior, Ursula Plassnik (d) e seu
colega alemão de pasta, Frank-Walter Steinmeier, na reunião
em Bruxelas Bildunterschrift Ministra austríaca do Exterior,
Ursula Plassnik (d) e seu colega alemão de pasta, Frank-Walter
Steinmeier, na reunião em Bruxelas O ministro alemão do Exterior,
Frank-Walter Steinmeier, disse após a reunião que vê chances de
consenso em uma nova sugestão: "Queremos o êxito", garantiu.
"O Reino Unido esteve completamente isolado em sua proposta",
ressaltou o representante francês, Philippe Douste Blazy.
Uma das exigências de Blazy é que Londres reduza os auxílios
especiais que recebe de Bruxelas em 14 bilhões de euros (em vez
dos oito bilhões de euros que sugeriu). Nesta quinta-feira, a
França e a Alemanha pretendem tomar uma posição comum em
relação ao futuro orçamento.
Segundo o ministro do Exterior de Luxemburgo, Jean Asselborn,
"houve uma solidariedade muito grande entre todos para mostrar
aos ingleses que assim não dá". A comissária de Orçamento da UE,
Dalia Grybauskaite, foi mais longe ao salientar que a presidência
inglesa conseguiu unir praticamente toda a União Européia contra
a sua sugestão.
Questionada se ainda considera o Reino Unido um parceiro de
confiança para negociar, ela respondeu: "Espero que na mesa de
negociações ainda encontremos alguém honesto".
O bloco está na reta final das negociações sobre as chamadas
Perspectivas Financeiras da UE 2007-2013, devendo a decisão
final ser tomada na cúpula de 15 e 16 de dezembro, em Bruxelas.
Notícia da Deutsche Welle
Não me surpreenderia nada que esta sucessão de acontecimentos
culminassem no desmoronar do edifício UE sobretudo face aos
desentendimentos sobre questões económicas.
Européia. Proposta britânica para o orçamento de 2007
a 2013 é a segunda meta importante do bloco que fracassa
em poucos meses, depois da rejeição franco-holandesa à
Constituição européia, em meados do ano.
A uma semana da última cúpula da União Européia (UE) deste ano,
cresce o temor de que o controvertido tema do orçamento do
bloco dos 25 para o período entre 2007 e 2013 acabe em fracasso
pela segunda vez em 2005. Já em junho último, a sugestão
apresentada pela então presidência luxemburguesa havia sido
derrotada pelos votos de Reino Unido, Suécia, Holanda, Espanha
e Finlândia.
Na reunião preparatória à cúpula dos próximos dias 15 e 16,
realizada nesta quarta-feira (7/12) em Bruxelas, apenas Malta
teria aprovado a sugestão do Reino Unido, que ocupa a
presidência da UE no sistema de rotação semestral. O chefe da
diplomacia britânica, Jack Straw, terá de preparar uma nova
sugestão às pressas, que deve ser analisada pelos ministros
do Exterior da UE na próxima segunda-feira.
Proposta rejeitada em junho previa 24 bilhões a mais
O próprio Straw reconheceu que "a maioria dos países-membros
demonstrou seu descontentamento" à proposta britânica. Os
críticos, entre eles o presidente da Comissão Executiva da
UE, o português José Manuel Durão Barroso, consideraram a
sugestão "inaceitável" e exigiram que o próprio Reino Unido
faça mais concessões. A Comissão acusou Londres de não ser
solidária.
O Reino Unido pretendia que o orçamento da Europa dos 25
entre 2007 e 2013 fosse de 847 bilhões de euros (1,03% da
Renda Nacional Bruta da UE). Para isso, seria cortada em
cerca de 10% a ajuda aos dez novos membros do Leste europeu.
A proposta luxemburguesa fracassada em junho previa 24
bilhões de euros a mais.
Straw voltou a condicionar o fim do status especial do Reino
Unido – instituído em 1984 – a cortes nas subvenções agrícolas,
o que colide com os interesses franceses. Nos seus planos, os
maiores contribuintes aos cofres de Bruxelas – Alemanha, Suécia
e Holanda – pagariam menos.
Alemanha e França buscam posição comum
Ministra austríaca do Exterior, Ursula Plassnik (d) e seu
colega alemão de pasta, Frank-Walter Steinmeier, na reunião
em Bruxelas Bildunterschrift Ministra austríaca do Exterior,
Ursula Plassnik (d) e seu colega alemão de pasta, Frank-Walter
Steinmeier, na reunião em Bruxelas O ministro alemão do Exterior,
Frank-Walter Steinmeier, disse após a reunião que vê chances de
consenso em uma nova sugestão: "Queremos o êxito", garantiu.
"O Reino Unido esteve completamente isolado em sua proposta",
ressaltou o representante francês, Philippe Douste Blazy.
Uma das exigências de Blazy é que Londres reduza os auxílios
especiais que recebe de Bruxelas em 14 bilhões de euros (em vez
dos oito bilhões de euros que sugeriu). Nesta quinta-feira, a
França e a Alemanha pretendem tomar uma posição comum em
relação ao futuro orçamento.
Segundo o ministro do Exterior de Luxemburgo, Jean Asselborn,
"houve uma solidariedade muito grande entre todos para mostrar
aos ingleses que assim não dá". A comissária de Orçamento da UE,
Dalia Grybauskaite, foi mais longe ao salientar que a presidência
inglesa conseguiu unir praticamente toda a União Européia contra
a sua sugestão.
Questionada se ainda considera o Reino Unido um parceiro de
confiança para negociar, ela respondeu: "Espero que na mesa de
negociações ainda encontremos alguém honesto".
O bloco está na reta final das negociações sobre as chamadas
Perspectivas Financeiras da UE 2007-2013, devendo a decisão
final ser tomada na cúpula de 15 e 16 de dezembro, em Bruxelas.
Notícia da Deutsche Welle
Não me surpreenderia nada que esta sucessão de acontecimentos
culminassem no desmoronar do edifício UE sobretudo face aos
desentendimentos sobre questões económicas.
terça-feira, dezembro 06, 2005
Produção de petróleo no Iraque deve chegar a 2,6 mi de
barris por dia em 2006
VINICIUS ALBUQUERQUE
da Folha Online
A produção de petróleo no Iraque deve chegar a 2,6 milhões
de barris por dia em 2006, perto do nível em que estava antes
da invasão americana em 2003, disse nesta terça-feira o
ministro iraquiano do Petróleo, Ibrahim Bahr al Uloum.
A produção deve aumentar ainda devido à ajuda que o Japão
deve dar para aumentar a capacidade dos terminais exportadores
no sul do país para 2 milhões de barris por dia, A produção
do Iraque neste ano deve ficar, em média, em 2,1 milhões de
barris, segundo informações do governo americano.
Um funcionário do Ministério da Economia, Comércio e
Indústria do Iraque disse à agência de notícias Reuters
que as exportações podem chegar a 2 milhões de barris
diários, superando o 1,6 milhão que é exportado pelo sul
do país atualmente.
No mês passado, o Japão concordou em cancelar 80% dos
débitos do Iraque com o país, abrindo caminho para a
concessão de novos empréstimos.
As instalações petrolíferas no Iraque têm sido um dos alvos
preferenciais dos rebeldes contra a invasão americana, o
que tem afastado investimentos. As exportações de petróleo
no país caíram para 1,2 milhão de barris diários em novembro,
menor nível em dois anos. O consumo diário de petróleo no
Iraque fica entre 400 mil e 500 mil barris.
A estimativa do ministro iraquiano repete a declaração do
vice-primeiro-ministro do país, Ahmad Chalabi, que disse
em novembro que o Iraque poderia aumentar a produção
do país rapidamente, retomando a atividade em poços
bloqueados após a invasão americana. Em 2000, a produção
de petróleo no país chegava a 3 milhões de barris diários e
as exportações ficavam em 2,2 milhões de barris por dia.
O Japão, terceiro maior consumidor mundial de petróleo,
importou 90 mil barris por dia do Iraque em 2004.
Esta é a realidade pela qual se comprova que a invasão do
Iraque não visou outra finalidade que não esta até porque
quem está no controle da produção segundo o articulista
são os próprios americanos.
barris por dia em 2006
VINICIUS ALBUQUERQUE
da Folha Online
A produção de petróleo no Iraque deve chegar a 2,6 milhões
de barris por dia em 2006, perto do nível em que estava antes
da invasão americana em 2003, disse nesta terça-feira o
ministro iraquiano do Petróleo, Ibrahim Bahr al Uloum.
A produção deve aumentar ainda devido à ajuda que o Japão
deve dar para aumentar a capacidade dos terminais exportadores
no sul do país para 2 milhões de barris por dia, A produção
do Iraque neste ano deve ficar, em média, em 2,1 milhões de
barris, segundo informações do governo americano.
Um funcionário do Ministério da Economia, Comércio e
Indústria do Iraque disse à agência de notícias Reuters
que as exportações podem chegar a 2 milhões de barris
diários, superando o 1,6 milhão que é exportado pelo sul
do país atualmente.
No mês passado, o Japão concordou em cancelar 80% dos
débitos do Iraque com o país, abrindo caminho para a
concessão de novos empréstimos.
As instalações petrolíferas no Iraque têm sido um dos alvos
preferenciais dos rebeldes contra a invasão americana, o
que tem afastado investimentos. As exportações de petróleo
no país caíram para 1,2 milhão de barris diários em novembro,
menor nível em dois anos. O consumo diário de petróleo no
Iraque fica entre 400 mil e 500 mil barris.
A estimativa do ministro iraquiano repete a declaração do
vice-primeiro-ministro do país, Ahmad Chalabi, que disse
em novembro que o Iraque poderia aumentar a produção
do país rapidamente, retomando a atividade em poços
bloqueados após a invasão americana. Em 2000, a produção
de petróleo no país chegava a 3 milhões de barris diários e
as exportações ficavam em 2,2 milhões de barris por dia.
O Japão, terceiro maior consumidor mundial de petróleo,
importou 90 mil barris por dia do Iraque em 2004.
Esta é a realidade pela qual se comprova que a invasão do
Iraque não visou outra finalidade que não esta até porque
quem está no controle da produção segundo o articulista
são os próprios americanos.
segunda-feira, dezembro 05, 2005
Britânicos já marcaram 1.200 casamentos gay
da BBC Brasil
Pelo menos 1.200 cerimônias para registrar a união
civil entre gays já foram marcadas no Reino Unido, onde
uma lei que legaliza a medida entra em vigor nesta
segunda-feira.
As cerimônias – que não estão recebendo a denominação de
“casamento” – vão poder ser realizada na Irlanda do Norte
a partir de 19 de dezembro, e no resto do país nos dias
seguintes.
Os casais interessados estão podendo se registrar nas
autoridades competentes a partir desta segunda-feira.
A mudança legal que vai permitir a união civil entre
pessoas do mesmo sexo foi feita após décadas de campanhas
por parte de grupos de defesa dos homossexuais.
Ativistas dizem que ela vai acabar com a desigualdade entre
casais homossexuais e heterossexuais perante a Justiça.
Demanda elevada
Uma vez assinado o contrato de união civil, os parceiros
vão passar a dispor dos mesmos direitos que valem para
heterossexuais que se casam legalmente.
Pela lei, os casais que quiserem formar uma união legalizada
precisam se registrar nos conselhos de administração local.
Diferentemente dos casamentos, as cerimônias de assinatura
dos documentos da união civil homossexual não precisam ser
públicas.
Centenas de casais devem se valer imediatamente da novidade
– por exemplo, 198 cerimônias já foram provisoriamente
agendadas na cidade de Brighton, no sul da Inglaterra,
até o final do ano.
Ao todo, o conselho local já tem 510 cerimônias marcadas
para os próximos meses, no que se considera ser o nível
mais elevado de toda a Grã-Bretanha.
Outras cidades onde a demanda por cerimônias é grande
incluem Londres, Manchester, Birmingham, Newcastle e
Edimburgo.
O governo espera que 4,5 mil casais de pessoas do mesmo
sexo formalizem suas uniões no primeiro ano de vigência da
lei.
Ora aqui está uma opção que não vai contribuir em nada
para a explosão demográfica da Inglaterra.
da BBC Brasil
Pelo menos 1.200 cerimônias para registrar a união
civil entre gays já foram marcadas no Reino Unido, onde
uma lei que legaliza a medida entra em vigor nesta
segunda-feira.
As cerimônias – que não estão recebendo a denominação de
“casamento” – vão poder ser realizada na Irlanda do Norte
a partir de 19 de dezembro, e no resto do país nos dias
seguintes.
Os casais interessados estão podendo se registrar nas
autoridades competentes a partir desta segunda-feira.
A mudança legal que vai permitir a união civil entre
pessoas do mesmo sexo foi feita após décadas de campanhas
por parte de grupos de defesa dos homossexuais.
Ativistas dizem que ela vai acabar com a desigualdade entre
casais homossexuais e heterossexuais perante a Justiça.
Demanda elevada
Uma vez assinado o contrato de união civil, os parceiros
vão passar a dispor dos mesmos direitos que valem para
heterossexuais que se casam legalmente.
Pela lei, os casais que quiserem formar uma união legalizada
precisam se registrar nos conselhos de administração local.
Diferentemente dos casamentos, as cerimônias de assinatura
dos documentos da união civil homossexual não precisam ser
públicas.
Centenas de casais devem se valer imediatamente da novidade
– por exemplo, 198 cerimônias já foram provisoriamente
agendadas na cidade de Brighton, no sul da Inglaterra,
até o final do ano.
Ao todo, o conselho local já tem 510 cerimônias marcadas
para os próximos meses, no que se considera ser o nível
mais elevado de toda a Grã-Bretanha.
Outras cidades onde a demanda por cerimônias é grande
incluem Londres, Manchester, Birmingham, Newcastle e
Edimburgo.
O governo espera que 4,5 mil casais de pessoas do mesmo
sexo formalizem suas uniões no primeiro ano de vigência da
lei.
Ora aqui está uma opção que não vai contribuir em nada
para a explosão demográfica da Inglaterra.
domingo, dezembro 04, 2005
Embora estatisticamente continue à frente, já iniciou
a descida, segundo foi agora anunciado
Isto segundo os habituais indicadores das tendências de
voto o candidato do PSD não assumido, já iniciou a sua
descida, não sei se baseada na sua modesta intervenção
como não catalizadora de massas, mas pela constatação de
que efectivamente as recolhas estão longe de interpretar o
sentimento da maioria do eleitorado e por isso estarem a
anunciar a inversão da tendência para obterem alguma
credibilidade no trabalho realizado quando chegar a hora
da verdade.
a descida, segundo foi agora anunciado
Isto segundo os habituais indicadores das tendências de
voto o candidato do PSD não assumido, já iniciou a sua
descida, não sei se baseada na sua modesta intervenção
como não catalizadora de massas, mas pela constatação de
que efectivamente as recolhas estão longe de interpretar o
sentimento da maioria do eleitorado e por isso estarem a
anunciar a inversão da tendência para obterem alguma
credibilidade no trabalho realizado quando chegar a hora
da verdade.
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