sexta-feira, fevereiro 22, 2008

A Sedes face às suas declarações, constituiu hoje a notícia mais repetida pelas televisões

Gostei francamente foi da reacção do Chico Louçã ao lembrar que, sendo grande parte dos membros desta associação que apareceu hoje a acusar o poder político do quase generalizado descontentamento da população portuguesa, constituída por antigos ministros do PSD e outros militantes ou ex-militantes do PS, os quais também contribuiram e largamente para este constatado e revelado descontentamento, mas involuntariamente não se terão lembrado disso.
Foi pena não ter sido revelado porque forma a SEDES chegou a esta conclusão, pois pessoalmente estou convicto de que ela reside apenas e só nas manifestações que têm sido registadas pela comunicação social e como todos sabemos elas não reflectem o sentimento generalizado como se pretende fazer crer da opinião do povo português. Já que o líder do PSD não consegue firmar-se em termos eleitorais, isto é captar eleitores por forma a garantir a sua ascensão ao poder em 2009 os amigos da SEDES dão desta forma uma ajudinha, a qual e porque não aproveitar, também teve o devido empurrão de Cavaco Silva, ao lembrar que afinal subscreve as preocupações dos membros da SEDES, para as quais aliás tem vindo a chamar a atenção.

3 comentários:

martelo disse...

todos são bons rapazes, mas é o mexilhão que se trama...

Ashera disse...

É muito estranho...
Esta mata está cheia de coelhos!
Obrigada pelo "post"
Já adicionei a tua casa :-)
Boa semana
Beijos

augustoM disse...

Com Sedes ou sem Sedes, não há quem nos acuda, enquanto a produção não aumentar. Sem produção não há quem possa gastar, ou então gasta-se por conta.
Não é preciso ter um canudo para vermos o percipício ao nosso lado.
A economia de um país nunca é o resultado da manipulação dos números.
Já sei que não vais concorrer ao concurso de poesia, não me parece bem, concorrer não implica ganhar.Eu sou um atado em versejar, mas vou concorrer, espero que tu também, a almoçada no fim, é o melhor poema.
Um abraço. Augusto