terça-feira, julho 13, 2010

Mais uma revelação de que alguns medicamentos para tratamento da diabetes II põem em risco a vida de quem os toma

Tenho insistentemente referido nas minhas abordagens que as drogas farmacológicas além de não possuírem poder curativo, em vários casos até são prejudiciais à saúde. Isto não é novidade para ninguém até porque o medicamento trás na sua embalagem um folheto no qual todos constatamos que as contra-indicações são normalmente mais que muitas ou seja produzem mais efeitos secundários do que propriamente resultados favoráveis ao doente. De resto os próprios médicos que receitam as drogas farmacológicas quando voltamos de novo à consulta para lhes revelar o mal-estar provocado pela medicação, acham curiosamente isso tudo muito natural mas que com a continuidade referem o organismo cria habituação e os efeitos secundários produzidos acabam por ser reduzidos. Quanto a isso nem sequer vale a pena comentar. Ou seja quando se apregoa que os grandes laboratórios da industria farmacêutica estão sempre a fazer grandes investimentos em pesquisa e descoberta de novos fármacos, dá vontade de rir porque conheço desde medicamentos para tratar as crianças, caso de meus filhos com mais de 40 anos que já tomavam quando crianças aquilo que hoje dão aos seus filhos, meus netos para os tratar. E já nessa altura os resultados já eram os mesmos ou seja os xaropes para a tosse e outros medicamentos produzia o mesmo resultado de cura que agora produzem ou seja nenhuma.
Hoje foi referida na imprensa escrita que alguns medicamentos destinados ao tratamento da diabetes II, punham em risco alguns dos doentes, visto o seu princípio activo ser passível de poder provocar acidentes vasculares cerebrais, ou seja o diabético pode morrer ou ficar inválido.
Ou seja cada vez mais fico com a convicção, direi mesmo a certeza de que para além dos químicos usados na cadeia de produção alimentar e que nos andam a adoecer e a matar com doenças cancerosas e outras, somos ainda afectados pelas drogas farmacológicas que, para além de não produzirem os resultados desejados no combate ás nossas enfermidades, contribuem para nos matar ou deixar inválidos, pois se o acidente vascular cerebral que o medicamento pode originar tanto pode causar a morte como transformar o doente num deficiente.

4 comentários:

MAGUDE disse...

*****
O Senhor ( Raúl? ) acerta em cheio na previsão/constatação, o quão maléficos são as drogas farmacológicas, que nos impingem como milagrosas, ou de muito por perto.
Deixei-me dessas drogas, já por mais de dois anos, nem mais, uma simples aspirina, tomei.
Mudei os meus hábitos alimentares e, optei por métodos naturais.
Saúde para o Senhor.

Platero disse...

Olá Raúl

Como estás amigo? Tenho andado tão ocupado que nem tenho visitado os amigos com a frequência com que devia.

Espero que esteja tudo bem contigo!

Um abraço

Francisco(Platero)

contradicoes disse...

Meu caro Magude (J.Gonçalves) essa do senhor (Raul) julgo seria dispensável. Até porque julgo tivemos o prazer de nos conhecer no 1º.jantar da blogosfera no restaurante da Expo cujo nome já não me recordo e mantendo não com grande regularidade contactos através desta via. Julgo que fez a opção correcta sobretudo se se sente bem. Eu medicamentos também não tomo, mas como um dos prazeres da vida é uma boa refeição não consigo alterar esse hábito alimentar que confesso também me seria benéfico fazê-lo. Um abraço

contradicoes disse...

Olá Francisco. Obrigado pela tua visita e como também tens passado?
Eu e julgo que o tenha referido numa das minhas visitas ao teu blog fui há dois anos contemplado com um tumor maligno no intestino grosso de que resultou a amputação do ânus tendo engrossado o número dos ostomizados. Estou no período de vigilância e a acreditar nos exames que tenho feito o problema ficou resolvido ou seja em termos oncológicos. Inicialmente a vigilância é semestral e se tudo continuar a correr bem passará a anual. Um abraço
Raul