quinta-feira, março 30, 2006


A secretária de Estado dos
Estados Unidos,
Condoleezza Rice, disse
nesta quinta-feira não
descartar o apoio ao
projeto de retirada
unilateral israelita da
Cisjordânia proposta pelo
partido Kadima, vencedor das eleições parlamentares
de terça-feira.

Questionada se apoiaria a proposta do Kadima, Rice disse
que os EUA apoiaram a retirada israelense de Gaza no
ano passado, que era inicialmente unilateral mas que foi
coordenada na prática com a Autoridade Nacional
Palestina.

“Então, diante disso, não diria que não pensamos que há
algum valor no que os israelenses estão falando. Mas não
podemos apoiar isso porque não sabemos. Ainda não
tivemos uma chance de falar com eles sobre o que têm
m mente”, disse ela.

A secretária de Estado disse que “que todos gostariam
de ver uma solução negociada”, mas sugeriu que o sucesso
da retirada de Gaza no ano passado e a vitória nas eleições
palestinas de janeiro do grupo radical Hamas, que se opõe
às negociações com Israel, mudaram a situação no
processo de paz.

Rice fez as declarações a repórteres que viajaram com ela
a Berlim para acompanhar conversações sobre o
programa nuclear iraniano.

Contraste

O tom das afirmações de Rice contrasta com as
declarações americanas anteriores advertindo Israel
contra fazer qualquer coisa que pudesse prejudicar as
negociações sobre a fronteira ou outras questões das
negociações de paz.

Pelas propostas do Kadima, a barreira que está sendo
construída para separar Israel dos territórios palestinos
poderia ser usada para determinar as futuras fronteiras
do país, o que significaria na prática a anexação de áreas
consideradas palestinas nas fronteiras vigentes até 1967
e reconhecidas internacionalmente.

O Kadima será o maior partido no próximo Parlamento
israelense, mas precisará formar uma coalizão com ao
menos outros dois partidos para ter maioria.

As negociações para a formação da coalizão devem
começar oficialmente no domingo, quando o presidente
do país, que exerce funções fundamentalmente cerimoniais,
será anfitrião das primeiras negociações formais.

da BBC Brasil

Esta Rice, como chafurda no mesmo esterco do Bush não
vê com bons olhos a opção eleitoral dos palestinianos e
por essa razão os avanços que houve na desocupação dos
territórios de Gaza, vão iniciar o retorno da ocupação.

2 comentários:

Sofocleto disse...

A Condoleezza Rice não descarta nunca nada. Nem a hipótese de um holocausto nuclear mundial, para o qual ela tem tido uma participação relevante.

Biranta disse...

As televisões portuguesas (e os outros órgãos de comunicação social) têm vindo a censurar documentários e entrevistas passados na CNN e na Fox News. Porque é que as estações nacionais escondem aquilo que os cidadãos americanos têm vindo a saber?
Por isso, para furar este cerco de censura, absurdo, deixo-vos com este artigo, publicado em:
http://sociocracia.blogspot.com ou em:
http://paramimtantofaz.blogspot.com/ e em:
http://wwweditorial.blogspot.com/

(se outros houver outras reproduções, solicito que me informem)

Que confiança podemos ter nas "nossas" notícias, quando nos ocultam factos destes? Que crédito nos podem merecer os nossos meios de comunicação?
Ajudem a furar este cerco censório, que faz de nós um país atrasado, um país do terceiro mundo, sujeito a uma ditadura absurda, controlada por Washington... mais até do que a própria América, divulguem esta mensagem, por favor!

Na semana passada, o actor norte-americano Charlie Sheen (do filme Platoon – Os Bravos do Pelotão, Wall Street) colocou a carreira em risco ao dar duas entrevistas ao activista Alex Jones, nas quais pôs em causa a versão oficial dos atentados de 11 de Setembro de 2001.

Foi desta forma que ele se juntou a um grupo de centenas de personalidades que, nos últimos quatro anos e meio, têm vindo a público afirmar que a versão oficial não só é implausível como impossível, chegando a violar as próprias Leis da Física.

Este grupo inclui Andreas Von Bülow, antigo ministro da Defesa e da Tecnologia da Alemanha e ex-director dos Serviços Secretos Alemães;

Michael Meacher, ex-ministro do Ambiente do governo britânico de Tony Blair;

Ray McGovern, antigo conselheiro presidencial e ex-analista da CIA;

Paul Craig Roberts, Secretário do Tesouro durante o mandato do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan e pai da sua política económica;

Robert Bowman, antigo director do Programa de Defesa Espacial Star Wars e ex-coronel da Força Aérea dos EUA;

Steven Jones, Professor de Física da Universidade de Brigham;

David Shayler, ex-oficial do MI5, os serviços secretos britânicos;

Morgan Reynolds, Professor catedrático da Universidade A&M do Texas que integrou o governo do actual presidente norte-americano George W. Bush durante o seu primeiro mandato, e muitos, muitos outros.



No entanto Charlie Sheen fez na semana passada o que ilustres investigadores, professores catedráticos e ex-ministros não conseguiram durante quase cinco anos: furar a censura e conseguir algum tempo de antena num programa da CNN, que transmitiu as suas declarações e expôs milhões de pessoas a factos sobre o 11 de Setembro que têm sido permanentemente ocultados.

Para ler mais e aceder aos "links" consultar um dos blogues referidos