sexta-feira, abril 21, 2006



Volkswagen pode cortar
até 40 mil empregos,
diz jornal




Um dia após alimentar rumores sobre o futuro de Bernhard,
o Conselho Fiscal da montadora informou nesta quinta-feira
(21/04) que está satisfeito com o trabalho do presidente da
montadora alemã. A informação foi interpretada pelo mercado
como sinal de que o contrato de Pichetsrieder – que vai até o
início de 2007 – será prorrogado.

Futuro incerto para funcionários da VolksCom isso, o
presidente da Volks parece estar com o emprego garantido, o
que não se pode dizer dos funcionários. Segundo o jornal
Süddeutsche Zeitung, até 40 mil empregos nas seis fábricas
alemãs do grupo seriam considerado supérfluos.

Pichetsrieder havia anunciado que "apenas" 20 mil postos
de trabalho seriam eliminados nos próximos três anos, no
âmbito de um programa de saneamento financeiro da
empresa. O conselho fiscal encarregou a presidência da
Volkswagen Europa de negociar os cortes com o Sindicato
dos Metalúrgicos (IG Metall) e o conselho da empresa.

Ao mesmo tempo, o conselho fiscal aprovou a construção
de uma fábrica da Volks na região de Moscou, com
capacidade para produzir 115 mil veículos ao ano,
destinados exclusivamente ao mercado russo.
A montadora desmentiu rumores de que planeja fechar
uma fábrica com cinco mil funcionários em Bruxelas.

da Deutsche Welle

É inevitável que a crise petrolífera que se vive nesta altura
vai ter graves repercussões na industria automóvel.
Obviamente que muita gente pensará duas vezes se deve
optar pela compra dum automóvel para o utilizar
regularmente com os preços do combustível tão altos e
desengane-se quem pense que mesmo que a crise passe
os preços vão descer significativamente.

1 comentário:

Sofocleto disse...

E o desemprego sempre a aumentar. Seja no sector automóvel, na banca, no comércio ou nos têxteis. Seja no Vale do Ave, em França, na Alemanha ou nos Estados Unidos.

Penso que devemos começar a encarar um futuro sem emprego. Onde este não seja necessário à sobrevivência. O emprego surgiu com a revolução industrial. Talvez esteja na hora de partir!